sexta-feira, 19 de junho de 2015
Dia do Cine Pátrio?
Caros leitores:
mesmo em razão das mais diversas adversidades (na sua maioria fogem enfim ao meu controle, até o momento) só agora as 21:23hs desta sexta-feira, quando se completa exatos dois anos deste modesto e pretensioso Blog é que consegui colocar um novo post.
“Novo” em termos, porque praticamente reproduzo texto abaixo extraído do site do Ministério da Cultura, celebrando o dia Cinema Brasileiro. Bem e daí acaba soando algo chapa branca... mas não é!!!
Agora: infelizmente ainda não consegui por mais que tenha me esforçado (...), a saber porque todo 5 de novembro além de comemorarmos o Dia da Cultura Brasileira, igualmente é lembrado Tb. Como dia cine nacional.
Quem pode ajudar a esclarecer tal questão?
Ah, a propósito: a quanto tempo vc. Não vai ao cinema conferir um filme brazuca? E não vale dizer “Desde os Tropas de Elite”, pois afinal é mais um “arrasa quarteirão”, do que outra coisa qualquer...
Dia 19 de junho, dia do Cinema Nacional
19.06.2015 - 9:48
O cinema brasileiro tem o que comemorar neste 19 de junho, Dia do Cinema Nacional: uma política robusta voltada para o audiovisual que se reflete na produção nacional, que pode ser ilustrada pela quantidade de mostras nas salas de todo o País ou medida pelo número de filmes produzidos anualmente.
Em 2001 foi criada a ANCINE (Agência Nacional do Cinema), agência reguladora de fomento, regulação e fiscalização do mercado do cinema e do audiovisual no Brasil, que em 2003, passa a ser vinculada ao Ministério da Cultura (MinC). Desde então foram criadas leis e políticas públicas que permitiram aos títulos brasileiros ganhar espaço nas telas nacionais e internacionais.
Em 2014, com o intuito de colocar o País entre os cinco maiores produtores e programadores do mundo, foi lançado o Programa Brasil de Todas as Telas, com o objetivo de expandir o mercado interno, universalizar o acesso da população aos serviços audiovisuais com investimento em produção, distribuição e programação de conteúdos.
A produção de audiovisual mais que dobrou entre 2002 e 2014, saltando de 196 títulos para 397 filmes exibidos nas telas do Brasil e do mundo.
O Programa Brasil de Todas as Telas, por exemplo, com orçamento de R$1,2 bi, foi formulado a partir do Plano de Diretrizes e Metas para o Audiovisual, em parceria entre o Ministério da Cultura (MinC), a Agência Nacional do Cinema (Ancine) e do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). Por sua vez, o FSA contempla todos os setores da cadeia produtiva do cinema, em fluxo continuado, com aprovação de recursos periódicos. Só no último mês foram aprovados R$ 4,4 milhões, dentro do programa Brasil de Todas as Telas, para a produção de quatro longas-metragens e uma série de TV.
A produção brasileira é alavancada por recursos públicos, calcados por uma política nacional de cinema e de audiovisual, implementada pela Secretaria de Audiovisual (SAv), que atua com metas para formação e capacitação audiovisual, produção, distribuição, exibição, preservação e difusão de conteúdos brasileiros, respeitando a política nacional do cinema e do audiovisual e do Plano Nacional de Cultura. Mas as metas ainda são um ponto de partida para o Secretário do Audiovisual, Pola Ribeiro. Ele quer "transformar todos os dias em dias do cinema brasileiro. E também ampliar o cinema em todas as suas vertentes, seja na criação, produção e preservação, além de transformar o cinema para todas as idades, e colocá-lo de fato, com toda usa complexidade, na vida do brasileiro".
História do Cinema Brasileiro
O Dia do Cinema Brasileiro é celebrado em 19 de junho. Nesta data, segundo historiadores, em 1898 foram gravadas as primeiras imagens do Brasil pelo cinematógrafo. A bordo do navio Brésil, vindo de Boudeaux, na França, o italiano Afonso Segreto tinha acabado de fazer um curso para usar o cinematógrafo e também comprado o equipamento.
As primeiras imagens retrataram a Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. Nas décadas de 1940 e 1950 o cinema brasileiro ganhou os primeiros estúdios profissionais, como o Vera Cruz, inspirado nas produções de Hollywood, que começavam a ganhar o mundo nessa época. Nas décadas de 1960 e 1970, o cinema brasileiro teve uma grande guinada criativa por conta do Cinema Novo, inspirado no cinemateca italiana também na "Nouvelle Vague" francesa.
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terça-feira, 16 de junho de 2015
Raul Seixas - Carpinteiro do universo
Eu que já tive alguns contatos com Sylvio Passos e Mario Lucena
dedico este post especial à memória do eterno maluco beleza Raul Seixas. Que
justamente no próximo dia 28 completaria 70 anos se vivo estivesse. Homenagem esta que veio num sonho a pouco, com
um pedido do Rauzito:” Rui vc. Precisa ouvir novamente’ “Carpinteiro do
Universo”’, fiz também para vc.”
dedico este post especial à memória do eterno maluco beleza Raul Seixas. Que
justamente no próximo dia 28 completaria 70 anos se vivo estivesse. Homenagem esta que veio num sonho a pouco, com
um pedido do Rauzito:” Rui vc. Precisa ouvir novamente’ “Carpinteiro do
Universo”’, fiz também para vc.”
Felizmente consegui assistir um show dele no antigo “Cobraseixos”
em Osasco, pouco tempo antes de morrer
em agosto de 1989.
em Osasco, pouco tempo antes de morrer
em agosto de 1989.
Toca Raul!
segunda-feira, 1 de junho de 2015
SETE VIDAS, SIM
ASSISTO “SETE VIDAS” desde o começo. Os motivos são inúmeros: a questão da paternidade, no caso anônima, protagonizada por Domingos Montagner (mais sua vida como biólogo em combinação com Leonardo Medeiros, Jayme Monjardim e Maria Flor), , a diversidade sexual, Regina Duarte faz uma mãe lésbica e viúva de sua companheira, a importância da terapeuta psicológica vivida por Mariana Lima, o dia-a-dia de um produtor e músico interpretados por Angelo Antonio e André Frateschi, e finalmente a importância da restauração do patrimonio histórico por Isabele Drummond.
Todos genialmente dirigidos por Jayme Monjardim: acrescido a uma bela fotografia e uma trilha sonora deliciosa.
Claro, com as competentes autorias de Lícia Manzo e Daniel Adjafre.
Novela essa totalmente em sintonia com 2015. Mas sem apelos.
Enfim: poesia diariamente na TV.
Ah, já estava me esquecendo: Silvia Moreiras é uma das continuistas. Pois em fins dos anos 1990 fiz um curso com ela no Estudio Fatima Toledo em São Paulo. Sem dúvida muito importante. Curricular é obvio!
ACONTECE HÁ DOIS ANOS
NESTE MÊS completo dois anos de nascimento deste modesto Blog. Porém tenho plena ciência do quanto já provocou de comentários, etc.. Mesmo que muitos leitores por uma razão ou outra optaram em ficar anônimos. Inclusive os covardes; e mesmo os invejosos. Compreendo mas não aceito!
Bem, diante da espetacular produção "Sete Vidas", novela das 18hs da TV Globo que está no ar agora, vou lá conferir mais um capitulo e volto em breve. Quem sabe ainda hj. Ok?
quinta-feira, 14 de maio de 2015
NÃO VÁ, VÁ!
INFELIZMENTE "Relatos Selvagens" continua em Cartaz, se não viu ainda não vá! Pois corre o risco de como eu de sair no meio da sessão... Aliás é raro acontecer isso, mas definitivamente não dá mesmo p/ ficar assistindo um filme que tende a lhe torturar e/ou incentivar o sadismo/masoquismo!
VÁ ENTÃO assistir "Últimas Conversas" do já saudoso mestre Eduardo Coutinho. E justamente assim, preste "uma homenagem final" à um dos grandes do cinema mundial. Além é claro de sair do cinema revigorado, muito mais atento ao que a juventude atual quer nos dizer. Ou deveria...
domingo, 19 de abril de 2015
"Relatos Selvagens", oportunista!
MESMO AINDA sob emoção de ter assistido "Relatos Selvagens" de Damian Szifrón, afirmo que o é um filme oportunista no pior sentido!
Bem, noutro momento espero mesmo refletir mais sob re esse trabalho.
Agora, até agora (abril,2015) não tenho sido muito feliz nas minhas idas ao cinema: o que vi até agora não foi nada de mais! ou seja queria e muito ter meu dinheiro de volta!!!
sexta-feira, 17 de abril de 2015
SONHO CINECLUBISTA
DIAS DESSES sonhei que tinha sido um dos responsáveis pela vinda em Osasco de uma mostra de cinema: “1895/2015: 120 anos de cinema – 1915/2015: Cem Anos de Orson Welles” . Uma realização de cineclubistas da cidade mais Prefeitura de Osasco e Ministério da Cultura.
O principal objetivo eram recordar a todas as gerações o legado da Sétima Arte.
Pelo jeito ficará só no sonho...
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