sábado, 23 de janeiro de 2016
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
NÃO PERCA!
Agência ANSA ROMA – A perspicácia do pensamento e da obra de Roberto Rossellini encontra uma nova comprovação com a publicação de “Islam”, texto inédito de um projeto televisivo que o diretor escreveu em 1976 e acabou por não ser filmado. O manuscrito, dividido em setenta pastas, foi reencontrado por Renzo Rossellini, filho e colaborador muito próximo de Roberto. A ele também se deve a organização do curto livro publicado na Itália pela editora Donzelli (163 páginas, 13,50 euros) que contém a filmografia completa do diretor, com fichas exaustivas sobre cada obra. “Islam” se insere no projeto de filmes televisivos histórico-didáticos sobre a história da humanidade, uma espécie de enciclopédia imagética que produziu também obras-primas singulares, como “La Presa del Potere di Luigi XIV” e Il Messia”. Para Rossellini (1906-1977), que já desde a segunda metade dos anos 1960 tinha rompido com indústria cinematográfica, a divulgação televisiva representava o futuro do cinema e – de um ponto de vista pessoal – um novo campo a ser explorado. No texto inédito, surpreende o modo original de enfrentar a questão do istã, com reflexões que hoje parecem ter extrema atualidade. Dizem as primeiríssimas linhas: “Agora que o mundo está ainda mais dilacerado por novas incompreensões e por acontecimentos inusitados, torna-se urgente fazer alguma coisa. Uma nova fratura muito profunda foi criada entre o mundo ocidental, orgulhoso de seu suposto pragmatismo, e o mundo muçulmano, que, finalmente despertado, tem a coragem de se recobrar”. Muitos anos antes do fatídico 11 de setembro de 2001, Rossellini parece intuir o perigo de um choque de civilizações e postula necessidade de conhecer as riquíssimas raízes da cultura árabe e da relação profunda que essas raízes têm com o Ocidente. Um raciocínio cristalino, que revela não apenas a erudição e a postura de pesquisador, mas também a incrível capacidade de intuição do mestre. “Qualquer coisa poderá acontecer”, diz a obra. Mas para nos odiarmos bem ou nos destruirmos bem, deveremos em todo caso conhecer-nos bem. O texto foi escrito à mão, como todos os outros do mesmo gênero, em blocos pautados amarelos, que Rossellini usava sempre para o seu trabalho. Comumente, depois de ter escrito ele fotocopiava as páginas e as dava ao filho, para que ele lesse e fizesse as suas observações. Mas, quando terminou de escrever “Islam”, segundo conta Renzo, ele não fez cópias e pediu a ele lesse rápido, diante de si, as páginas recém-prenchidas. - Imediatamente comentei – conta Renzo: “Mas como, os países islâmicos são riquíssimos, têm petróleo e podem colocar de joelhos a economia do planeta!”. Rossellini então respondeu num ímpeto ao filho: “Mas esse é o problema: para apoderar-se dessas riquezas criaremos pretextos, usaremos as armas do racismo, como foi feito contra os judeus, e pior, poderemos criar um novo holocausto, e desta vez as vítimas serão o islã e os mulçumanos”. Reportagem publicada no site do “Jornal do Brasil” em 20/04/07
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
Paródia Didi O portão Roberto Carlos
Bem, brincadeiras à parte como já disse Samuel Rosa do Skank: "Todos falam de violência... mas não de Justiça!". Sim, como parte da geração dele e apreciador de sua banda, tb. assino embaixo suas sábias palavras. E VIVA RENATO ARAGÃO, DEDÉ SANTANA E ROBERTO CARLOS. VIVA TAMBÉM SILVIO TENDLER UM DOS MAIORES DOCUMENTARISTAS; EMPLACOU MAIS DE 1 MILHÃO E 800 MIL ESPECTADORES COM O DOCUMENTÁRIO "O MUNDO MÁGICO DOS TRAPALHÕES" EM 1981/82 NOS CINEMAS, QUE ASSISTI NA ÉPOCA E AGORA. CONFIRA O FILME A SEGUIR...
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
CHICO BUARQUE CONVIDA...
LEITORES, aguardem mais um pouco para saber como, quando e onde será o lançamento do meu filme PASSAPORTE P/ OSASCO. Bem, enquanto isto "faça como eu e mais de 90 pessoas (ou seja sala lotada do Cine CAIXA Belas Artes em SP" fizeram domingo passado e assistiram o DIVINO DOC. MUSICAL DO DIVINO CHICO BUARQUE. É p/ levar todo mundo!!! Até porque ver um show dele eh muito raro e difícil. E EH AQUELA COISA: A SALA LOTADA (ENQUANTO EH TEMPO...)com gente bacana (acredita-se...) tela gigante, uma birita acompanhando etc. etc. quer mais o quê???
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
"MEMÓRIAS DA BOCA" & "CALIFÓRNIA"
DOIS FILMES que assisti no cine Belas Artes em São Paulo ainda estão em cartaz e merecem ser vistos (salvo equivoco para maiores de 16 anos) "MEMÓRIAS DA BOCA" produção coletiva de vários cineastas/cineclubistas oriundos e focados na Escola de Cinema que foi/é a atividade em torno da rua do Triunpho na região da Luz no centro de SP. Ou seja o "Cinema da Boca do Lixo".
É um filme de episódios entre documentários e ficções. E, entre os diretores e atores destacam-se (os que me recordo agora...): José Mojica Marins, Mel Lisboa, Diomédio Piskator, Eduardo Dias, Elizabeth Hartman, Diogo Gomes dos Santos, João Subires etc.
Registro que Diogo amigo pessoal, convidou-me para ser um dos entrevistados e perdi a oportunidade. Evidentemente não só pela amizade, mas sim por ser também cineclubista, cineasta e cinéfilo que mesmo tardiamente (...) frequentou o famoso Bar Soberano e retirou filmes na DinaFilmes (Distribuidora Nacional de Filmes) e na EMBRAFILME (Empresa Brasileira de Filmes) no formato 16 e 35 MM. Justamente p/ exibir em CINECLUBES e Jornadas Cineclubistas Brasileiras que como o citado J. Subires (entre outros) fundamos e dirigimos na Grande São Paulo - particularmente São Paulo e Osasco.
Vale dizer tb. que o filme mereceu da "Ilustrada" da F. de São Paulo uma crítica bem favorável. Salvo engano do Sergio Alpendre. Há coisa de uns 15 dias.
É isso: algumas estrelas paulistas estão no filme. Não perca esta oportunidade!
JÁ "CALIFÓRNIA" de Marina Person (ufa!) dispensa maiores apresentações: tb. é outro aula de formação de público e de cineastas. Além de ser um competente e afetuoso olhar de uma diretora paulista aos anos 1980.
LEMBRO FINALMENTE: que o filme é uma homenagem tb. ao diretor Carlão Reichenbach ( o Tio Carlos da história, vivido por Caio Blat) tb. de origem da "Boca" (1945-2012). Aliás, juntamente com Diogo e Diomédio fomos (Beth Faria idem) ao seu velório no MIS-SP. E assim como seu pai, Luiz Sérgio Person (1936-1976), Marina é uma das mulheres do cinema que dá a liga p/ nosso Cinema Pátrio.
sábado, 19 de dezembro de 2015
PPO: MAIS UM FILME REALIZADO
O DOCUMENTÁRIO "PASSAPORTE PARA OSASCO" (90MIN., SP, 2015) ESTÁ FINALIZADO.
QUERIDO LEITOR E/OU AMIGO AGUARDE A SEGUIR MAIS DETALHES...
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